sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Conflito no Oriente Médio

Abaixo, compartilho um trecho de uma mensagem que transmiti para alguns colegas de trabalho. O assunto era o quão injustas estão sendo as ações de Israel em relação aos palestinos da Faixa de Gaza. Meu desejo era informá-los que nem sempre a mídia tem razão...


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Respeitosamente, acho sem sentido a comparação do que Israel faz com o que Hitler fez. Basta assistir "A lista de Schindler" que se verá que: os judeus não estavam atacando os alemães quando estes decidiram aprisioná-los para depois exterminá-los em campos de concentração; não vejo nenhuma câmara de gás na Faixa de Gaza; não vejo o Exército de Israel juntando aleatoriamente 5/6 civis para matá-los com tiros; não vejo Israel catando os palestinos que estão em seu território e depositando-os na Faixa de Gaza para massacrá-los, dentre várias outras atrocidades que os judeus sofreram.

E, tendo em vista que a Bíblia foi mencionada, é preciso que se entenda que aquela terra realmente foi prometida ao povo de Israel, foi Deus que prometeu, e Deus irá cumprir. Do mesmo jeito que no tempo de Cristo, o mundo O rejeitou, até hoje as pessoas rejeitam a Bíblia, e portanto esse conflito está perdurando. Mas, quem conhece a Bíblia sabe: Cristo está muito perto de arrebatar Seu povo para Si, e depois começará a grande tribulação (amplamente descrita no livro de Apocalipse, da Bíblia). O anticristo, o líder mundial que vai surgir, proporá 3,5 anos de paz para Israel. Mas depois, este pacto será quebrado, e muitas nações irão se insurgir contra Israel. E o inferno em terra começará, e vai terminar depois de 3,5 anos, com a volta à terra, em glória, do Senhor Jesus e Seu exército celestial.

No período da tribulação, as pessoas serão forçadas a se aliarem ao reino do anticristo por meio de uma marca, a que Deus falou na Bíblia que será a marca da besta. Quem, nesse tempo, tiver realmente concluído que a Bíblia é a Palavra do Deus Vivo, e não quiser se comprometer com o reino do mal dominante, terá que pagar com a própria vida.

Portanto, é preciso que todos saibam: o tempo de aceitar ao Senhor Jesus Cristo como ÚNICO Senhor e Salvador é AGORA! Depois do Arrebatamento ainda se poderá decidir pelo Reino de Cristo, mas o preço pessoal a ser pago será muito maior.Quem desejar conhecer as passagens bíblicas sobre as promessas de Deus para Israel pode pesquisar:
1) Livro de Ezequiel, capítulo 28, versículos de 24 a 26

2) Livro de Ezequiel, capítulo 36, versículos de 24 a 28

3) Livro de Jeremias, capítulo 23, versículos de 7 e 8

4) Livro de Jeremias, capítulo 31, versículos de 8 a 12


Apesar de os israelenses certamente conhecerem essas passagens, eles não agem indiscriminadamente. Na sessão "Panorama", da Ed. 2090 - 10.12.2008 da Revista Veja, há uma matéria sobre um grupo radical judeu que tomou um casarão na cidade de Hebron. A Suprema Corte Israelense julgou o ato ilegal e mandou soldados desocupá-la. Há uma foto na matéria: um soldado israelense arrastando duas manifestantes... judias.

Então, simplificando: ou a gente confia cegamente no que a mídia nos induz a acreditar, ou a gente começa a pensar: é justa uma ação de ataque depois de uma provocação? O Paraguai é menor que o Brasil, mas o segundo não teria o direito de atacar o primeiro, se este estivesse lançando foguetes no nosso território? Israel não está em uma guerra de conquista. Israel está simplesmente defendendo sua soberania como nação. Os territórios que, por promessa de Deus serão deles, Deus mesmo os restituirá. É só aguardar...

Quem quiser conhecer como será o Arrebatamento, há um filme muito bom chamado "O Arrebatamento 2". Clique aqui e veja as locadoras [em Fortaleza] que disponibilizam este DVD.

Há também um video curtinho que descreve o momento do Arrebatamento: http://www.youtube.com/watch?v=T308SRu2570


E, finalizando, é importante que se saiba que os muçulmanos, e pessoas de qualquer outra religião não sofrem perseguição em Israel. Mas isso não acontece em vários países árabes onde o islamismo é praticado em sua forma radical. Um missionário holandês, certa feita, viajou para a Arábia Saudita por terra. Antes de chegar lá, na estrada, havia uma grande placa com letras garrafais, contendo a mensagem: "Se você é cristão, dê meia volta e volte. Você não é bem-vindo.". Muitos cristãos hoje sofrem torturas e mortes quando professam publicamente sua fé nesses países islâmicos. E os ex-mulçumanos que decidem seguir a Cristo são rechaçados e até mortos por suas próprias famílias.

O Senhor Jesus Cristo morreu por todos, e Ele deseja que todos tenham comunhão conSigo:
"Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento." II Pedro 3:9

Deus está aguardando que mais se convertam a Ele, inclusive aqueles dentre os inimigos de Israel.


A mídia quer nos induzir a ter ódio a Israel. Mas devemos ter uma mente mais crítica.

Karen Rachel - 09/10/2009



---------- Forwarded message ----------
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Ação militar israelense é legítima


Jurista diz que invasão da Faixa de Gaza é necessária e que Israel defende seu direitos
Alan M. Dershowitz*



A ação militar israelense em Gaza é totalmente justificada de acordo com o direito internacional, e Israel deveria ser elogiado por seus atos de defesa contra o terrorismo internacional. O Artigo 51 da Carta da ONU reserva às nações o direito de agir em defesa própria contra ataques armados. A única limitação é a obediência ao princípio de proporcionalidade. As ações de Israel certamente atendem a esse princípio.

Quando Barack Obama visitou a cidade de Sderot no ano passado viu as mesmas coisas que eu vi em minha visita de março. Nos últimos quatro anos, terroristas palestinos dispararam mais de 2 mil foguetes contra essa área civil, na qual moram, na maior parte, pessoas pobres e trabalhadores. Os foguetes destinam-se a fazer o máximo de vítimas civis. Alguns por pouco não acertaram pátios de escolas, creches e hospitais, mas outros atingiram seus alvos, matando mais de uma dúzia de civis desde 2001. Esses foguetes lançados contra alvos civis também feriram e traumatizaram inúmeras crianças. Os habitantes de Sderot têm 15 segundos, desde o lançamento de um foguete, para correrem até um abrigo. A regra é que todo mundo esteja sempre a 15 segundos de um abrigo. Os abrigos estão em toda parte, mas idosos e pessoas com deficiências muitas vezes têm dificuldade para se proteger. Além disso, o sistema de alarme nem sempre funciona. Disparar foguetes contra áreas densamente povoadas é a tática mais recente na guerra entre os terroristas que gostam da morte e as democracias que amam a vida. Os terroristas aprenderam a explorar a moralidade das democracias contra os que não querem matar civis, até mesmo civis inimigos.

Em um incidente recente, a inteligência israelense soube que uma casa particular estava sendo usada para a produção de foguetes. Tratava-se evidentemente de alvo militar. Mas na casa morava também uma família. Os militares israelenses telefonaram, então, para o proprietário da casa para informá-lo de que ela constituía um alvo militar e deram-lhe 30 minutos para que a família saísse. O proprietário chamou o Hamas, que imediatamente mandou dezenas de mães com crianças no colo ocupar o telhado da casa.

Nos últimos meses, vigorou um frágil cessar-fogo mediado pelo Egito. O Hamas concordou em parar com os foguetes e Israel aceitou suspender as ações militares contra os terroristas. Era um cessar-fogo dúbio e legalmente assimétrico.Na realidade, era como se Israel dissesse ao Hamas: se vocês pararem com seus crimes de guerra matando civis inocentes, nós suspenderemos todas as ações militares legítimas e deixaremos de matar seus terroristas. Durante o cessar-fogo, Israel reservou-se o direito de empreender ações de autodefesa, como atacar terroristas que disparassem foguetes.

Pouco antes do início das hostilidades, Israel apresentou ao Hamas um incentivo e uma punição. Israel reabriu os postos de controle que haviam sido fechados depois que Gaza começou a lançar os foguetes, para permitir a entrada da ajuda humanitária. Mas o primeiro-ministro de Israel também fez uma última e dura advertência ao Hamas: se não parasse com os foguetes, haveria uma resposta militar em escala total.Os foguetes do Hamas não pararam, e Israel manteve sua palavra, deflagrando um ataque aéreo cuidadosamente preparado contra alvos do Hamas.

Houve duas reações internacionais diferentes e equivocadas à ação militar israelense. Como era previsível, Irã, Hamas e outros que costumam atacar Israel argumentaram que os ataques do Hamas contra civis israelenses são totalmente legítimos e os contra-ataques israelenses são crimes de guerra. Igualmente prevista foi a resposta da ONU, da União Europeia, da Rússia e de outros países que, quando se trata de Israel, veem uma equivalência moral e legítima entre os terroristas que atingem civis e uma democracia que responde alvejando terroristas. A mais perigosa dessas duas respostas não é o absurdo alegado por Irã e Hamas, em grande parte ignorado pelas pessoas racionais, e sim a resposta da ONU e da União Europeia, que coloca em pé de igualdade o assassinato premeditado de civis e a legítima defesa. Essa falsa equivalência moral só encoraja os terroristas a persistir em suas ações ilegítimas contra a população civil.

PROPORCIONALIDADE
Alguns afirmam que Israel violou o princípio da proporcionalidade matando um número muito maior de terroristas do Hamas do que o de civis israelenses vitimados. Mas esse é um emprego equivocado do conceito de proporcionalidade, pelo menos por duas razões. Em primeiro lugar, não há equivalência legal entre a matança deliberada de civis inocentes e a matança deliberada de combatentes do Hamas. Segundo as leis da guerra, para impedir a morte de um único civil , é permitido eliminar qualquer número de combatentes. Em segundo lugar, a proporcionalidade não pode ser medida pelo número de civis mortos, mas pelo risco de morte de civis e pelas intenções dos que têm em sua mira esses civis. O Hamas procura matar o maior número possível de civis e aponta seus foguetes na direção de escolas, hospitais, playgrounds. O fato de que não tenha eliminado tantos quanto gostaria deve-se à enorme quantidade de recursos que Israel destinou para construir abrigos e sistemas de alarme. O Hamas recusa-se a construir abrigos, exatamente porque quer que Israel mate o maior número possível de civis palestinos, ainda que inadvertidamente.

Enquanto ONU e o restante da comunidade internacional não reconhecerem que o Hamas está cometendo três crimes de guerra - disparando contra civis israelenses, usando civis como escudos e buscando a destruição de um país membro da ONU - e Israel age em legítima defesa e por necessidade militar, o conflito continuará. Se Israel conseguir destruir a organização terrorista Hamas, poderá lançar os alicerces de uma verdadeira paz com a Autoridade Palestina. Mas se o Hamas se obstinar a tomar como alvo cidadãos israelenses, Israel não terá outra opção senão persistir em suas operações de defesa. Nenhuma outra democracia do mundo agiria de maneira diferente.

*Alan Morton Dershowitz é advogado, jurista e professor da Universidade Harvard.

Este é o endereço da matéria: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090105/not_imp302537,0.php


sexta-feira, 9 de janeiro de 2009


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