quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Filmes não recomendáveis





A HISTÓRIA DE RUTH
Este filme alterou muitos dados da vida de Ruth; começa inventando e termina mentindo. Infelizmente, este filme poderia ter aproveitado a chance de mostrar ao mundo a linda história de Ruth; seu desejo de servir ao Deus de Israel, seu amor e dedicação à Noemi.



JONI
O livro é muito bom, mas o filme não. Novamente, há muitas contradições entre o que foi escrito e o que foi exposto no filme. Lamentável.




BILHETE DE AMOR (Love Note)
O foco do filme é a história de amor dos personagens principais, e não a mensagem bíblica. Aliás, esta deixa a desejar, pois no ínicio, há um namoro misto que é demonstrado com naturalidade.


BONHOEFFER - O AGENTE DA GRAÇA (Bonhoeffer - Agent of Grace)
A incoerência começa a partir do título; como chamar de 'agente da graça' alguém que conspira um assassinato? Dietrich Bonhoeffer é descrito como um homem extremamente relativista, cuja obra literária e pensamentos se afastam dos ensinamentos de Cristo quando 'é época de guerra'. Há chances preciosas de evangelismo que, segundo o filme, Bonhoeffer perde. O enredo pode ser envolvente, já que se ambienta na 2a. Guerra Mundial, mas peca por não enaltecer o Evangelho. Quero crer que Bonhoeffer, a exemplo de muitos crentes sérios da Alemanha, tenha sido muito diferente do que está retratado neste filme.



O JOGO DO PODER
A mensagem de Cristo é muito diluída no enredo sobre o testemunho de um jogador de hóquei perante uma mulher ambiciosa. A história é maçante. Muito fraco.



RESPOSTAS DO PASSADO
É tão desanimador quando assistimos um filme, cuja produção sabemos que é evangélica, mas a história omite o plano de salvação ou qualquer informação esclarecedora acerca do Reino de Deus. Assistido por alguém que desconhece a Bíblia, essa pessoa dificilmente diria que se trata de um filme evangélico. É a história de um homem adulto que, ao descobrir que era adotado, resolve descobrir suas verdadeiras origens. É um filme longo que não edifica e que só faz a gente perder tempo.


A FILHA DO PASTOR
Em pouco tempo de exibição, dá para notar claramente que não se trata de um filme evangélico. Logo nas primeiras cenas, são feitas duas brincadeiras de mal gosto: um jovem tocando piano com uma tentação bem tola, e um grupo de senhoras caracterizadas como legalistas. A linguagem do filme é bem vulgar, e há muitos personagens sem identificação genuína (é um cristão verdadeiro? é um cristão desviado? já foi algum dia cristão?). Não se vê cenas de arrependimento profundo, nem da parte da protagonista, nem de outras amigas com compartamento duvidoso. É o tipo do filme que serve como tropeço para os jovens.


EM SEUS PASSOS, QUE FARIA JESUS?
A obra da qual foi adaptada esse filme já é um tanto fantasiosa, e esse filme, além de alterar alguns fatos, o fez sem deixar claro que o que realmente capacita alguém a fazer o bem é o reinado de Cristo dentro de si. Não se tem uma ênfase clara ao plano de salvação, e sem isso, o filme se torna inócuo.


TEORIA DE TUDO
Um filme sem direcionamento. Os personagens se perdem em seus conflitos pessoais, e há pouca fundamentação para as mudanças ocorridas. Achei um filme bobo.




O PASTOR
O que dizer de um filme que começa com um pastor conversando com uma lápide, e termina com esse mesmo pastor dando uma surra num bandido (e sem pedir perdão depois)? Sinceramente, fico pensando que tipo de crentes a atual geração pode esperar a partir dos exemplos exibidos nos filmes atuais...


Eu e Você, Nós para sempre
O título é romântico, mas o filme não é. Aliás, o filme trata sobre a dor do divórcio. De fato é um filme cristão, mas o protagonista, perdido em sua dor, toma uma decisão estúpida de ir ao encontro de uma ex-namorada que se encontra casada. Ainda que haja precisos diálogos entre um pastor bem preparado, e um grupo de divorciados angustiados, a ênfase do filme acabou se concentrando nessa ideia fixa do protagonista. O enredo poderia ser melhor trabalhado.


Terra Selvagem
Quem já teve oportunidade de ler o livro "Through Gates of Splendor", da Elizabeth Elliot, se frustrará com esse filme. Enquanto o livro ressalta a importância da mensagem redentora de almas do Senhor Jesus Cristo, o filme enfatiza a diferença que a ética cristã trouxe a uma esquecida tribo do Equador: eles pararam de se matar em querelas mínimas. A tônica do filme ficou na questão sociológica: que maravilha que agora um membro da tribo chega a envelhecer, e não é assassinado antes! Convenhamos que os cinco missionários que sacrificaram suas vidas na operação Auca, e também a própria Elizabeth Elliot e sua cunhada que trabalharam naquela tribo depois da morte de Jim Elliot (um dos missionários assassinados), estavam mais preocupados com o futuro eterno dos Aucas, e não somente com o fato de pararem com a prática dos homicídios.


Longo Regresso
Faroeste com muitas citações bíblicas, mas com um enredo enfadonho, e também confuso do ponto de vista evangélico: em uma das cenas, diante da proximidade da morte para um dos personagens, um menino só pergunta ao moribundo se ele se arrepende dos pecados. Confessar a Cristo como Senhor e Salvador, uma parte essencial para se ter a certeza da salvação, nada. Que pena...

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009


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2 comentários:

justino disse...

justino alves
seu comentario em relacao ao filme a filha do pastor, e muito vaga, pois, o filme fala do desejos dos jovens de conhecer o mundo, e depois se frusta. vc tem razao que a atriz principal poderia ter u arrependimento mais sincero e ate mesmo mais dramatico.

Anônimo disse...

concordo plenamente com a autora do blog a filhas do pastor (filme )é prejudicial até mesmo para nós como cristão pois generaliza os crentes com duas personalidades ou seja no palco crente ao sair para comemorar adulteros e promiscuos eu fiquei com vergonha até dos meus familiares que eu convidei para assistir o filme... vergonhoso.....

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